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Aumento da produção exigirá maior escoamento e distribuição



O Brasil passa por um momento importante, de grandes expectativas. Com o pré-sal, o país não é mais um coadjuvante no cenário da indústria mundial de petróleo.

“Esse é um momento de transformações e grandes desafios. O crescimento da produção de petróleo e gás exigirá maior escoamento e distribuição. Atualmente, com a inauguração do Gasoduto Rio de Janeiro-Belo Horizonte, o Gasbel II, contamos com uma rede de 22 mil quilômetros de dutos em operação. Esse número deve crescer, levando em consideração que deveremos alcançar algo em torno de 3,9 milhões de barris por dia em 2020”, avalia Raimar van den Bylaardt, Presidente do Conselho Executivo do Centro de Tecnologia em Dutos – CTDUT.

Segundo o executivo, apesar de hoje o país ocupar o 16º no ranking mundial, a extensão da malha dutoviária nacional ainda é pequena se levarmos em consideração a produção massiva nos setores do petróleo e da mineração, principais demandadores deste tipo de transporte. A União Européia, com extensão territorial menor que a do Brasil, opera com 800 mil quilômetros de dutos existentes.

“O duto é um meio de transporte de produtos econômico, seguro e pouco poluidor. O crescimento da malha exigirá tecnologias cada vez mais complexas para sua operação eficaz e livre de riscos, ampliando as oportunidades e impulsionando as empresas do setor”, afirma.